Secretário confirma surto de gripe e 35 hospitais estão aptos a atender no PI

O secretário de saúde do Estado, Florentino Neto, confirmou nesta terça-feira (8) que o Piauí vive um surto de gripe. Segundo ele, ações estão sendo tomadas para que a situação não avance para uma epidemia. Só em Teresina, de acordo a Fundação Municipal de Saúde (FMS), são 32 casos de H1N1. Uma pessoa morreu. A Sesapi divulgou hoje o número de 15 no Piauí, seguindo protocolo do Ministério da Saúde.

“Os infectologistas avaliam que nós temos um surto. Não temos ainda a confirmação de uma situação epidêmica. Temos esse surto e estamos tomando todas as providências para contenção. Temos que reconhecer que o SUS é tripartite e que cada um tem sua função: a Sesapi; o Ministério da Saúde e as secretarias municipais. O apoio conjunto resulta no controle da situação”, disse ao Cidadeverde.com.

De acordo com o gestor, 35 hospitais da rede estadual estão preparados para atender a população. “Estamos com toda a nossa rede hospitalar orientada a atender os casos que possam ser suspeitos de H1N1 e encaminhar os pacientes para o diagnóstico”, disse, lembrando da rede Sentinela.

“Os hospitais da rede sentinela são referência por possuírem UTI e, como aumentamos o número de leitos de UTI, vamos ampliar o número de hospitais”, destacou.

Segundo Florentino Neto, todo o trabalho de prevenção está sendo feito no Estado. “Nós estamos atuando em apoio aos municípios com distribuição de vacina, seringas. Estamos atuando no sentido de monitorar e avaliar a execução do trabalho de imunização da população, o público-alvo. Estamos acompanhando o cumprimento das metas estabelecidas pelo ministério. Estamos divulgando os boletins dando total transparência à população”, declarou.

O próximo passo é uma parceria com a Secretaria de Educação para disseminar informações sobre como se prevenir da doença nas escolas. “Estamos nos articulando com a Seduc e secretarias municipais de saúde para, através do programa saúde na escola, a gente disseminar as medidas necessárias para prevenção dessa doença”, finalizou.

cidade verde 

Vacinação contra febre amarela será ampliada para todo o país

O Ministério da Saúde ampliou, para todo o território nacional, a área de recomendação para vacinação contra febre amarela. O anúncio foi feito nesta terça-feira (20).

Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, lança campanha de vacinação contra meningite C e HPV (Marcelo Camargo/Agência Brasil)Até agora, alguns estados da Região Nordeste e parte do Sul e Sudeste não faziam parte da área de recomendação. Além disso, dos 23 estados dos quais a vacina fazia parte da rotina, nove tinham áreas parciais de recomendação, ou seja, alguns municípios estavam fora da estratégia.

O ministro Ricardo Barros explicou que a estratégia de ampliação é uma medida preventiva e tem como objetivo antecipar a proteção contra a doença para toda a população para o caso de a área de circulação do vírus umentar no próximo ciclo da doença. “O ciclo de febre amarela que ocorrerá no próximo verão, nós esperamos enfrentá-lo já com a população totalmente imunizada.”

Barros lembrou que, nos últimos dois anos, o número de mortes pela doença aumentou e que, por isso, foi pensada uma estratégia para evitar que o problema se repita no próximo ano. “Então, propusemos à Organização Mundial da Saúde e à Opas [Organização Pan-Americana da Saúde] a definição de que todo o território nacional passasse a ser área de vacinação permanente, tivemos a aprovação, e iniciaremos a estratégia para alcançar 90% de cobertura de vacinação contra febre amarela em toda a população brasileira, em todos os estados.”

O ministro esclareceu que o resultado esperado com a ampliação da vacinação não é que seja zerado o número de casos de febre amarela no país. “Não porque ela é endêmica e, lá na Região Norte, que já é área de vacinação permanente há muito tempo, ocorrem 50, 60, 80 mortes por ano todos os anos. Nós temos que cobrir 100% da população e, em especial, fazer busca ativa dessa população que vive ou trabalha na mata.”, disse.

A meta é vacinar 77,5 milhões de pessoas em todo o país até abril do ano que vem. Desse total, 40,9 milhões de pessoas nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e da Bahia que estão entre os que tiveram maior número de casos confirmados nos últimos meses. O ministério estima que sejam usadas 8,1 milhões de doses padrão para serem divididas entre a população desses estados. A ampliação também tem como objetivo vacinar 11,3 milhões de pessoas nos estados do Sul e 25,3 milhões nos do Nordeste. Nesse caso, as vacinas serão aplicadas em dose integral.

“A dose fracionada é autorizada quando há necessidade de imunização da população em uma velocidade rápida e cujo número de doses disponíveis não seja suficiente ou ponha em risco o nosso estoque estratégico. Foi autorizada a vacinação fracionada para São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Então esses estados que já têm autorização para a dose fracionada terminarão a cobertura de sua população com essa vacina fracionada”, disse.

Segundo o ministro, “as doses fracionadas têm a mesma efetividade da integral, conforme estudos publicados. E os demais [estados], como não estão em risco, não há circulação do vírus por enquanto nessas áreas, nós vamos fazer com a dose integral, porque, como não há risco, não há justificativa para o fracionamento.”

A estratégia de vacinação será feita de forma gradativa. Os estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia serão os primeiros a estender a vacinação para todos os municípios.

Segundo a previsão do Ministério da Saúde, em julho deste ano, os estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul adotarão a vacina padrão em todos os municípios e deverão vacinar 11.3 milhões de pessoas. Em janeiro do ano que vem, a estratégia estende-se aos estados do Piauí, da Paraíba, de Pernambuco, do Ceará, de Alagoas, de Sergipe e do Rio Grande do Norte, que vão totalizar 25,3 milhões de pessoas. O Maranhão, que já fazia parte da área de recomendação da vacina, não entra nesse cálculo.

O secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Loureiro, informou que o Ministério da Saúde já solicitou um aumento de doses da vacina ao laboratório que produz a vacina, o Bio-Manguinhos/Fiocruz, e que o país tem estoque suficiente para cumprir o planejamento feito.

Caso de febre amarela é confirmado no Distrito Federal

Um caso de febre amarela em humano no Distrito Federal (DF) foi confirmado este ano pela Secretaria de Saúde. Ele ocorreu em janeiro, na Granja do Torto, e o paciente foi curado. De acordo com a secretaria, trata-se de um caso autóctone, ou seja, doença contraída no DF. 

Imagem relacionada“O paciente relatou o início dos sintomas entre os dias 8 e 10 de janeiro, período em que esteve em seu local de trabalho, na Granja do Torto. Além disso, ele não se deslocou para outra unidade da Federação nos 15 dias que antecederam o início dos sintomas”, diz a nota divulgada pela secretaria.

A confirmação da doença ocorreu após três exames realizados no Laboratório Central (Lacen). As amostras foram também encaminhadas para contraprova ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. “Em todos os testes o resultado foi positivo para febre amarela”.

A secretaria informa ainda que Vigilância Ambiental realizou ações na Granja do Torto, como identificação e eliminação de focos de mosquito, verificação da existência de circulação de primatas não humanos e fez uso de inseticida (fumacê), em três ciclos, na época da notificação.

De primeiro de janeiro até ontem (27), a Secretaria de Saúde registrou 29 casos suspeitos de febre amarela silvestre. Destes, 25 casos são de residentes no DF e quatro de pessoas de outras localidades.

Dos casos de moradores no DF, 22 foram descartados e um confirmado, permanecendo os demais (dois casos) em investigação. Os quatro casos suspeitos em residentes de outras cidades fora do DF foram todos descartados.

“A Secretaria de Saúde ressalta que a cobertura vacinal do Distrito Federal é alta e que não há motivo para preocupação por parte da população. Todas as salas de imunização do DF estão abastecidas com a vacina contra a febre amarela”, encerra a nota.

ebc

Inca: Brasil deve ter 600 mil novos casos de câncer por ano em 2018 e 2019

O Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos de câncer por ano em 2018 e 2019, divulgou hoje (2) o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) na Estimativa 2018 de Incidência de Câncer no Brasil. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país, e a segunda posição é ocupada pelo câncer de próstata, para homens, e de mama, para mulheres.

Imagem relacionadaConsiderado menos letal, o câncer de pele não melanoma deve ter cerca de 165 mil novos casos diagnosticados por ano. Se esses casos não forem levados em consideração, as mulheres brasileiras terão como tipos de câncer mais incidentes o de mama (59 mil casos), de intestino (com quase 19 mil) e o de colo de útero (16 mil).

Entre os homens, a próstata é a parte do corpo que deve ser mais acometida pela doença, com 68 mil casos, seguida pelo pulmão, com 18 mil, e o intestino, com 17 mil.

O perfil da incidência de câncer no Brasil varia de acordo com a região, se assemelhando mais a países desenvolvidos nas Regiões Sul e Sudeste, com mais tumores de intestino e menor incidência de câncer de colo de útero em mulheres e estômago em homens.

Nas regiões Nordeste e Norte, o câncer de estômago tem uma incidência maior entre homens, e o câncer de colo de útero ainda está mais presente entre as mulheres. Esses dois tipos de câncer são mais associados a infecções, possuem maior potencial de prevenção e têm maior incidência em países menos desenvolvidos.

Os homens devem apresentar mais casos de câncer que as mulheres em 2018, com cerca de 300 mil casos, enquanto elas devem ter 282 mil novos casos.

Ao apresentar os dados, o Inca exibiu vídeos de pessoas que se curaram de câncer e reforçou a campanha contra a estigmatização da doença, que tem como slogan "o câncer não pode acabar com a vontade de viver".

O instituto reforçou também a necessidade de combater a desinformação sobre a doença, promovendo um debate sobre fake news, saúde e câncer. A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho Mendes destacou que as notícias falsas podem afastar as pessoas do tratamento correto e gerar frustrações.

"A proliferação de mensagens falsas e incompletas leva muitos a seguir conselhos que na maioria das vezes são desprovidos de qualquer embasamento científico", disse a diretora ao destacar que um terço dos casos de câncer podem ser evitados, por serem associados a fatores como o tabagismo, a inatividade física, a obesidade e infecções como o HPV.

EBC

Secretaria da Saúde esclarece: Piauí não tem casos notificados de febre amarela

Boletim divulgado na terça-feira (30), pelo Ministério da Saúde, foi informado que o Piauí tinha três casos suspeitos de febre amarela, sendo um descartado e dois em investigação.

Resultado de imagem para Secretaria da Saúde esclarece: Piauí não tem casos notificados de febre amarelaA Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) tranquiliza a população e esclarece que aqueles dados se referiam ao ano de 2017, que, à época, haviam sido notificados como suspeitos, mas que já foram descartados. 

A secretaria esclarece ainda que, por motivos operacionais, os dados não foram atualizados no sistema do Ministério da Saúde. Tal fato já foi comunicado ao órgão para que seja feita a devida atualização, como informa o diretor da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, Herlon Guimarães.

“Trabalhamos para que possamos limpar o banco de dados. Houve esse problema de comunicação porque o sistema ainda não é online (com atualização imediata), dependendo de dias de exportação do banco de dados, num intervalo do envio deste banco de dados para o Ministério, ou seja, com lapso temporal”, explica o diretor.

Ele reitera que os três casos notificados em 2017 foram descartados e se referenciam a pacientes em Parnaíba, Teresina e Castelo do Piauí. “Todos os três casos foram descartados. Desses dois, os resultados apresentados pelo Instituto Evandro Chagas apontam como não reagentes para febre amarela. O terceiro foi diagnosticado com leptospirose e infelizmente o paciente veio a óbito”, explica Herlon, enfatizando à população “que não existe nenhum caso suspeito de febre amarela no estado”. 

Prevenção e combate à febre amarela

Apesar de não ter casos notificados de febre amarela no estado, a Secretaria da Saúde reforça a importância para que a população residente nos 57 municípios que fazem divisa com o estado da Bahia procure unidade de saúde para imunização. Deve ser vacinada a população a partir de 9 meses a 59 anos de idade e para quem deva viajar para aqueles municípios piauienses e ainda para os estados da Bahia, São Paulo e Minas Gerais. 

“Chamamos atenção dos nossos municípios que revejam as suas coberturas vacinais, principalmente quanto à febre amarela. Crianças a partir de 9 meses de idade e a população até 59 anos procurem os postos de saúde para que se possa manter a cobertura vacinal em dia”, afirma Herlon. 

A Secretaria da Saúde disponibilizou 16 mil doses de vacina, que já se encontram nos municípios, e mais 16 mil estão em estoque.

Para o diagnóstico da febre amarela, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) iniciou esta semana a realização de exames, o que vai facilitar e agilizar o diagnóstico dos casos suspeitos notificados no estado.

 

Autoria: Graciene Nazareno

ASCOM PI  

Cidade de SP registra três mortes por reação à vacina da febre amarela

Três pessoas morreram no Estado de São Paulo por reação à vacina da febre amarela, segundo balanço divulgado no fim da tarde desta sexta-feira (19) pela Secretaria de Estado da Saúde de SP.

Cidade de SP registra duas mortes por reação à vacina da febre amarela: Ao todo, seis mortes foram notificadas como supostas reações à vacina, sendo que três ainda estão em investigaçãoSegundo o governo, as vítimas, todas adultas e com menos de 60 anos, não tinham registro de doenças prévias, e as mortes por reação vacinal foram confirmadas após "análises caso a caso".

Um morreu em Perus, na zona norte da capital, outro em Franco da Rocha (Grande SP) -ambos vacinados em outubro- e um terceiro morreu em Matão (a 305 km da capital), em fevereiro de 2017.

Outras seis mortes são investigadas pelo governo do Estado por suspeita de relação com a vacina.

Em todo o Estado, 81 pessoas foram infectadas e 36 morreram, segundo balanço divulgado nesta sexta (19). Há uma semana, eram 21 os óbitos em decorrência da doença. Só a cidade de Mairiporã, na região metropolitana, concentra 41 casos, seguida por Atibaia (9) e Amparo (3). Nesta sexta, a Secretaria Municipal de Saúde da capital divulgou que investiga outras três mortes -até a quinta (18), não havia casos confirmados de da doença contraídos na cidade.

A vacina contra a febre amarela é considerada segura. É feita com o vírus vivo atenuado, que estimula a produção de anticorpos contra a doença. Mas pessoas recém-vacinadas podem apresentar reações adversas. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados nos primeiros dias após a vacinação e podem durar entre 5 e 10 dias.

Reações adversas mais graves que poderiam levar a mortes, no entanto, são raras.

A doença viscerotrópica aguda, causa da morte das três vítimas confirmadas até agora, é uma síndrome hemorrágica com sintomas semelhantes à febre amarela e sua incidência é de um caso a cada 400 mil doses aplicadas, segundo estimativa da Fiocruz (a doença pode ocorrer até 10 dias após a vacinação).

Segundo a secretaria de Saúde, o quadro pode evoluir para insuficiência renal, hepática e cardíaca, problemas de coagulação, hepatite fulminante e morte.

Só na capital, 1,9 milhão de pessoas foram vacinadas desde setembro.

Ainda de acordo com a Fiocruz, doenças neurológicas como meningoencefalite (inflamação que envolve o cérebro) ou a síndrome de Guillain-Barré podem ocorrer em um caso a cada 100 mil doses de vacina dadas.

Na avaliação do médico infectologista Artur Timerman, as mortes, se de fato tiverem sido causadas por reação à vacina, não são motivo para que as pessoas deixem de se vacinar. "De forma alguma se contraindica a manutenção da vacinação de pessoas na cidade de São Paulo", afirma. "O risco da doença é muito maior do que os riscos da vacina."

Para o infectologista e professor da USP Esper Kallas, o número de mortes está dentro do esperado, em vista do grande número de pessoas vacinadas na capital paulista. "Não consigo ver uma situação diferente do que está acontecendo", diz. "Todas as vezes que você vacina milhões de pessoas, isso pode acontecer. Por isso, há um cálculo de custo benefício da vacinação".

"[A triagem] deveria ser um negócio mais criterioso? Deveria. Mas tem gente que omite informações, não fala o que está tomando", afirma. Com informações da Folhapress.

msn 

Brasil tem 34% dos casos de coinfecção de tuberculose e HIV do mundo

No Brasil, os números dos últimos anos apontam para uma desaceleração tanto no número de diagnósticos quanto na mortalidade por tuberculose. Mas a quantidade de novos casos da tuberculose a cada ano ainda é considerada alta, principalmente entre populações mais vulneráveis, como os indígenas, pessoas privadas de liberdade e em situação de rua.

TuberculoseCerca de 75 mil casos novos e reincidentes de tuberculose foram registrados no país em 2016. O montante corresponde a aproximadamente 200 casos por dia no país. Estima-se que desse total aproximadamente, 6 mil pessoas (8%) vivem com HIV. No mundo, cerca de 10,4 milhões de pessoas foram infectadas por tuberculose em 2016, sendo que 10% das vítimas têm HIV.

O Brasil tem um terço (33%) de toda a carga de tuberculose das Américas e figura no grupo de países que congregam quase 40% de todos os casos de tuberculose do mundo e cerca de 34% dos casos de coinfecção com HIV. O dado preocupa a OMS, que tem visto com “cuidado o que a tuberculose vem causando no país”.

“Embora nos últimos 15 anos tenha havido uma queda de aproximadamente 2% dos casos ao ano, ainda é um número muito elevado. São 70 mil casos por ano, então a Opas vê com muita preocupação, embora considera-se que haja uma boa perspectiva de controle”, disse Fábio Moherdaui, consultor nacional de tuberculose da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

Agência Brasil publica esta semana uma série de matérias sobre a infecção simultânea de pessoas com o vírus HIV e a bactéria da tuberculose. Menos da metade das pessoas com ambas as infecções tomam antirretrovirais.

Questões sociais

A tuberculose está diretamente ligada a desafios sociais, como a pobreza, miséria, exclusão, invisibilidade e preconceito. Além das pessoas soropositivas, as populações indígena, carcerária e pessoas em situação de rua estão entre os mais vulneráveis a contrair a doença. Moradores de rua chegam a ter 56 vezes mais chance de contrair a tuberculose por combinar diferentes vulnerabilidades, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Quanto mais pobre é uma pessoa, maior é o risco de ela adquirir tuberculose. A população indígena, na hora de dormir, vai pra maloca, bota a fogueira e fica todo mundo encolhido, respirando o mesmo ar. E ainda tem a questão do fumo, ou da fumaça da fogueira, que reduzem a capacidade do pulmão de se proteger contra a infecção. Na população em situação de rua, muitas vezes eles estão desnutridos e com a imunidade baixa, e se você associa isso a pessoa que usa crack, ou que tem HIV, então tem um prato cheio pra tuberculose”, explica o infectologista Rafael Sacramento, integrante da Organização Médico sem Fronteiras.

Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que as pessoas privadas de liberdade, apesar de representarem cerca de 0,3% da população brasileira, correspondem a 9,2% dos pacientes de tuberculose no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a cada 100 mil presos, 897 são contagiados dentro do sistema prisional, enquanto que entre a população geral essa taxa é de 36 a cada 100 mil pessoas.

Especialistas explicam que boa parte deles já chega infectado nos presídios, porque já viviam em situação de vulnerabilidade e pobreza antes de iniciar o cumprimento da pena. Mas a chance de desenvolver a doença aumenta dentro do presídio devido às condições insalubres do ambiente. “As pessoas vivem amontoadas, respirando o mesmo ar, com pouca ventilação, com pouca entrada de sol, e isso também favorece a disseminação da tuberculose lá dentro”, descreve Sacramento.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que vai lançar no segundo semestre deste ano uma campanha educativa em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para orientar profissionais de saúde, agentes e familiares que têm contato com os encarcerados. A ideia é sensibilizá-los para comunicar possíveis sintomas da doença.

Observação dos sintomas

A tuberculose se caracteriza pela infecção do chamado bacilo de Koch, entre outros agentes, e é transmitida pelo ar. A pessoa infectada pela tuberculose pulmonar tem geralmente os seguintes sintomas: tosse constante por duas ou três semanas, escarro (às vezes com presença de sangue), dor no peito, fraqueza, perda de apetite, de peso, febre e sudorese. Nos casos em que a tuberculose afeta outros órgãos, os sintomas podem variar.

Se o paciente seguir de forma regular a terapia padrão com os quatro medicamentos básicos, ele tem 100% de chance de cura, caso não esteja infectado pelo tipo resistente da tuberculose. O tratamento dura pelo menos seis meses e pode se estender por até um ano. Se não aderir ao tratamento adequadamente, o indivíduo pode infectar de 10 a 15 pessoas no período de um ano, segundo estimativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Nem sempre a infecção evolui para a doença, mantendo-se de forma latente no organismo. Além das pessoas que vivem com HIV, pacientes com diabetes, fumantes ou alcoólatras, ou que apresentam qualquer condição que reduza a imunidade também estão mais propensos a desenvolver a enfermidade.

Os principais testes realizados no país para detectar a tuberculose pulmonar são a baciloscopia (conhecida como exame do escarro) e a cultura. Eles podem ser feitos na rede pública de saúde. “A gente tem também o exame molecular. O nome da máquina mais comum é genexpert e ela consegue dizer se tem a bactéria no escarro em duas horas e ainda diz se tem resistência primária à rifampicina e a isoniazida, que são as duas drogas do tratamento básico. Se esse tipo de teste fosse popularizado e estivesse realmente disperso em todas as unidades de saúde, a gente aceleraria o diagnóstico. E uma vez no tratamento, em cerca de 21 dias a pessoa já não transmite mais”, afirma o infectologista Rafael Sacramento.

Além da baixa capacidade de testagem, o médico aponta ainda que outro empecilho para o diagnóstico e tratamento precoce da coinfecção de tuberculose e HIV é o medo do preconceito em razão do estigma que ainda cerca as duas doenças. “Se a gente conseguisse reduzir o preconceito, as pessoas revelariam mais cedo, fariam o teste mais cedo e teriam acesso ao tratamento cada vez mais cedo e isso seria um grande promotor de saúde. O estigma e a baixa capacidade de testagem mantêm as pessoas distantes do tratamento, afirmou Sacramento.

ebc

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, Opas quer ampliar acesso à prevenção

Criado em 1987, o Dia Mundial de Luta contra a Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é lembrado hoje (1º) e existe para alertar a humanidade para um dos maiores problemas de saúde pública, que já matou mais de 35 milhões de pessoas, 1 milhão delas somente em 2016.

Agência BrasilSegundo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), divulgado nesta quinta-feira (30), a ampliação do acesso a todas as opções de prevenção ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) poderia reduzir o número de novos casos do vírus na América Latina e Caribe, que desde 2010 se mantêm em 120 mil por ano.

As informações do relatório e os dados do Unaids revelam que 64% dos novos casos de HIV na América Latina ocorrem em homens gays, profissionais do sexo e seus clientes, mulheres trans, pessoas que usam drogas injetáveis e nos parceiros dessas populações-chave. Outro fato que chama a atenção é o aumento de infecção entre os jovens: um terço das novas infecções ocorre em pessoas de 15 a 24 anos.

A Unaids avalia que para reduzir as novas infecções entre as populações-chave é preciso adotar ações de prevenção do HIV que sejam específicas e de alto impacto, além de acesso a tratamento para todos.

Em comunicado à imprensa, o diretor regional do Unaids para América Latina e o Caribe, César Núñez, defendeu que é preciso também ter “um compromisso inabalável com o respeito, a igualdade de gênero, a proteção e a promoção de direitos humanos, incluindo o direito à saúde”.

O diretor-executivo do Unaids, Michel Sidibé, destacou a importância de garantir o acesso à saúde a todos para enfrentar a doença. “Mesmo com todos os sucessos, a Aids ainda não acabou. Mas, se assegurarmos que todas as pessoas, em todos os lugares, tenham acesso ao seu direito à saúde, a Aids pode acabar”, disse.

Quase 21 milhões de pessoas portadoras do HIV estão em tratamento no mundo e o número de novas infecções e mortes relacionadas à Aids está em declínio em vários países. Na Europa Oriental e Ásia Central, no entanto, o número de novas infecções aumentou 60% desde 2010 e as mortes relacionadas à Aids cresceram 27%.

Na África Ocidental e Central, duas em cada três pessoas estão sem acesso ao tratamento. “Não podemos ter uma abordagem de dois pesos e duas medidas com para acabar com a epidemia de Aids”, avalia Sidibé.

O infectologista Pablo Sebastian Velho trabalha há dez anos com pacientes soropositivos na Secretaria de Saúde de Santa Catarina e destacou que o programa brasileiro de tratamento de HIV é uma referência mundial. “Temos hoje os melhores medicamentos do mundo para oferecer aos pacientes, e gratuitamente.” Uma evolução no tratamento brasileiro, obtida ao longo dos anos, é a possibilidade de ser iniciado o tratamento já na primeira consulta.

HIV é um vírus que se espalha através de fluídos corporais

O HIV é um vírus que se espalha através de fluídos corporais e afeta células específicas do sistema imunológico, conhecidas como células CD4 ou células T. Atualmente, não há cura efetiva e segura, mas o HIV pode ser controlado com medicamentos.

Muitos não sabem, mas ser portador do vírus HIV e ter Aids são duas coisas bem diferentes. “O vírus HIV é o causador da Aids, mas isso não significa que todas as pessoas que têm o vírus vão desenvolver a Aids. E isso se deve, e muito, aos medicamentos que temos disponíveis no país”, disse o especialista Pablo Velho.

O infectologista explica que a única maneira de evitar que a Aids se desenvolva é fazer o tratamento adequado. “Se nada for feito para interromper o processo de evolução natural da doença, ela vai chegar. Em alguns indivíduos isso acontece de forma muito rápida, e eles podem desenvolver a Aids em até dois anos após o contágio. Na outra ponta, há algumas pessoas que podem levar mais de dez anos. Na média, são sete anos, mas não se pode confiar nisso porque varia de pessoa para pessoa e não faz sentido esperar a pessoa ficar mal para começar o tratamento”, explicou.

O tratamento pode deixar o paciente com uma carga viral indetectável e, assim, o vírus se torna intransmissível na relação sexual, desde que não existam outros fatores que aumentam o risco de transmissão, como, por exemplo, ter sífilis, o que causa lesões que aumentam o risco de contaminação.

Prevenção é o melhor remédio

A principal arma existente hoje contra a transmissão de HIV no Brasil, considerando que a transmissão em larga escala é sexual, é o uso de preservativo. Mas o infectologista Pablo Velho esclarece que há uma outra alternativa disponível na rede pública de saúde para evitar a contaminação em caso de exposição ao vírus.

“Existe uma forma, semelhante à pilula do dia seguinte em relação à gestação, que é, depois de ter uma exposição sexual de risco, receber um medicamento que diminui a chance de se contaminar pelo HIV em unidades de saúde”, explicou.

Essa estratégia é chamada de Profilaxia Pós-Exposição, usada para casos de violência sexual ou de exposição de risco ocasional. “Se bebeu demais, nem lembra se usou preservativo ou sabe que não usou, procure uma unidade que você tem o direito à prevenção”, explica o especialista. Para funcionar, a medicação deve ser administrada em até 72 horas após a relação desprotegida e precisa ser tomada durante 28 dias. “Quanto antes, mais eficaz” afirma.

Este mês, o Brasil vai adotar uma nova estratégia, a profilaxia pré-exposição. Pessoas que têm um risco aumentado de infecção - como, por exemplo, os profissionais do sexo e pessoas soronegativas que são casadas com pessoas soropositivas, entre outros - vão poder receber um medicamento que diminui o risco de contaminação quando expostas.

O especialista ressaltou que as profilaxias não excluem a necessidade de uso do preservativo, que continua sendo a melhor forma de evitar a contaminação tanto pelo HIV como pelas outras doenças sexualmente transmissíveis.

Outro fator importante para a queda no número de transmissões é a oferta de testes para que as pessoas contaminadas pelo HIV saibam da sua condição e possam iniciar o tratamento. Na América Latina, duas em cada 10 pessoas vivendo com HIV, e 4 em cada 10 no Caribe não sabem que têm o vírus.

ebc 

HPV:Mais de metade da população brasileira está infectada com HPV

 Mais da metade da população brasileira está infectada com o HPV, vírus causador do câncer de colo de útero e de outros tipos de tumor.A estimativa é de um estudo epidemiológico feito pelo Ministério da Saúde em parceria com o Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. Os números foram divulgados nesta segunda-feira, 27. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores entrevistaram 7.586 pessoas, das quais 2.669 foram submetidas ao teste de HPV.

A partir dos exames, a prevalência estimada do vírus foi de 54,6 % da população. Deste grupo, 38,4 % apresentam tipos de HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer. De acordo com o ministério, é a primeira vez que um estudo estima a prevalência do vírus na população brasileira. O dado é importante, afirma a pasta, para medir o impacto da imunização daqui a alguns anos.

A vacina contra a doença está disponível para meninas de 9 a 14 anos. Neste ano, o imunizante também ficou disponível para meninos de 11 a 14 anos. Embora o imunizante seja gratuito e esteja disponível em todos os postos de saúde do País, o governo federal tem tido dificuldades de alcançar a cobertura vacinal ideal. Nos últimos anos, a taxa de adesão tem ficado em 50%.

Cidades

Ainda segundo a pesquisa, a capital com a maior taxa de prevalência de HPV é Salvador, com 71,9% da população infectada. Em seguida, aparecem Palmas (61,8%), Cuiabá (61,5%) e Macapá (61,3%).

Na outra ponta da lista, com a menor prevalência, está Recife, com índice de 41,2%. A cidade de São Paulo tem taxa de 52%, próxima do índice nacional. Já os municípios de Brasília, Campo Grande e Belo Horizonte não informaram dados suficientes para que a estimativa fosse fechada. O estudo mostrou ainda que 16,1% dos jovens têm alguma doença sexualmente transmissível (DST) prévia ou resultado positivo para HIV ou sífilis.

A pesquisa sobre a prevalência do vírus, batizada de POP-Brasil, foi realizada em 119 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e um Centro de Testagem e Aconselhamento nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal, com a participação de mais de 250 profissionais de saúde.

Segundo o ministério, o estudo identificou os fatores demográficos, socioeconômicos, comportamentais e regionais associados à ocorrência do HPV em mulheres e homens entre 16 e 25 anos de idade. O relatório completo da pesquisa será apresentado no ano que vem.

Perguntas e respostas

1. Todos os tipos de HPV causam câncer?

Não, somente aqueles tipos considerados de alto risco são capazes de levar ao aparecimento de tumores. Já os considerados de baixo risco geralmente estão associados à ocorrência de verrugas genitais.

2. Que tipos de câncer são causados pelo HPV?

Além do de colo de útero, o vírus aumenta o risco de tumores de orofaringe, ânus, pênis, entre outros.

3. A vacina é segura?

Segundo sociedades médicas, o imunizante passou por pesquisas e é seguro, tendo sido aprovado e usado em mais de 130 países.

Fonte: Exame
 

PIAUI: Sobe o número de casos suspeitos de dengue no Piauí Em Teresina, foram confirmados e classificados 11 casos com sinal de alerta.

Em 2015, o Piauí registrou 1.887 notificações de casos suspeitos de dengue, o que representa um aumento de 34,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Dos 14 casos notificados de Dengue com Sinais de Alarme (DCSA), doze já foram confirmados. Os dados são da Coordenação de Vigilância em Saúde Ambiental, da Secretaria de Estado da Saúde.



Dos 1.091 casos notificados de suspeita de dengue, em Teresina, 11 foram confirmados e classificados com sinal de alerta, evidenciado por uma das seguintes complicações: alterações neurológicas, sintomas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, entre outras. O outro caso de dengue com sinais de alerta foi confirmado em Floriano.

Os municípios com maior número de notificação de casos suspeitos foram: Picos, com 185 casos; Alvorada do Gurgueia, com 64; José de Freitas, com 49; Barras, com 28; União, com 27; Parnaíba e Parnaguá, com 26 cada. Oeiras, com 21 e Jurema do Piauí, com 17.

O supervisor de Entomologia, Ocimar de Alencar, ressalta que população deve fazer a sua parte para evitar a proliferação do mosquito. Nesta época do ano, os cuidados devem ser redobrados. “É importante não deixar nenhum recipiente que acumule água, mesmo os pequenos, como tampa de refrigerante, casca de ovo, porque pequenas quantidades de água podem ser um criadouro das larvas”, explica o supervisor, enfatizando que o período pós-chuvas pode aumentar os casos.

Fonte: gov -pi 

PIAUI: Serviço de telefonia 4G será ampliado no Piauí

O governador Wellington Dias recebeu, na manhã desta terça-feira (17), a visita do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Batista de Rezende; do superintendente de Fiscalização da Anatel, Marcus Vinicius Paolucci; e do gerente regional da Anatel nos estados do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, José Afonso Cosmo Júnior.

A conversa com o governador foi a respeito do serviço de telefonia no Piauí, as dificuldades no Estado e projetos no sentido de melhorar a qualidade dos serviços e o relacionamento da Anatel com o Governo do Piauí.

João Batista de Rezende, presidente da Anatel, relata que “estamos trabalhando com melhorias no sistema de telefonia no Brasil inteiro, nós já temos 78 cidades explorando a quarta geração e Teresina está dentre elas”. Segundo o presidente, apesar de o preço do aparelho com serviço 4G ser um pouco mais elevado, a velocidade é maior e já conta com 7.800.000 assinantes. O serviço é ofertado desde o ano passado, e as perspectivas da Anatel são que a partir deste ano o crescimento da quarta geração se acelere ainda mais.

“Em 2018, todos os municípios brasileiros terão que ter a terceira geração. A quarta geração, até 2020, estará em todos os municípios que tiverem mais de 30 mil habitantes”, frisa Rezende.

O presidente da Anatel também afirma que a Agência cobra das operadoras de telefonia mais investimentos na qualidade do serviço ofertado aos clientes, uma vez que os usuários não querem mais só voz no celular, querem também internet, através da banda larga móvel. “Estamos acompanhando esses investimentos das operadoras, bem como conferindo a qualidade do serviço. Temos um call center que atende a 30 mil reclamações por dia. Destas, 80% são resolvidas pela Anatel em até cinco dias, o que não é bom, pois essas reclamações devem ser resolvidas no call center das próprias operadoras”, enfatiza Rezende.

A Anatel tem criado rankings de empresas com maiores problemas e melhores qualidades e divulgando-os aos usuários. Além disso, também revela que já dispõe de um aplicativo disponível em iphone e android, que localiza as antenas de telefonia em todos os estados e a qualidade do sinal. “São cerca de 260 milhões de chips vendidos anualmente, então o assinante tem o direito de saber quais empresas oferecem os melhores serviços de telefonia e banda larga móvel”, conclui Rezende.

Fonte: ascom gov- pi

Exposição de cigarros em estabelecimentos comerciais é proibida no Piauí

Lei do deputado Flávio Júnior foi sancionada pelo governador Wilson Martins

O governador Wilson Martins (PSB) sancionou a lei que proíbe a exposição direta de cigarro e outros produtos fumígeros em estabelecimentos comerciais. A lei é de autoria do deputado estadual Flávio Nogueira Júnior (PDT).

Com a lei, fica proibida no Piauí a exposição de produtos derivados do tabaco em estabelecimentos comerciais. A legislação entra em vigor em junho deste ano. Até lá, explica Nogueira, serão feitas campanhas e divulgação para que os proprietários dos estabelecimentos se adéquem à lei.

O Projeto de Lei passou quase um ano em tramitação na Assembleia Legislativa do Piauí e sofreu fortes pressões por parte da indústria do fumo para que não posse aprovada. Na avaliação do parlamentar, a exposição direta dos produtos oriundos do tabaco fortalece as vendas e incentiva o consumo. "É uma espécie de armadilha, sobretudo para os jovens", afirma.

Ainda de acordo com a nova legislação, cada estabelecimento comercial será obrigado a confeccionar uma placa indicando que a loja possui cigarros a venda e também colocar no letreiro um aviso expresso de que a venda de cigarros e derivados é proibida para menores de 18 anos. "Infelizmente o cigarro é um produto lícito e não podemos proibir a comercialização. Mas propostas como essa ajudam a reduzir os índices e a comercialização do produto, o que já é um avanço", diz Flávio Nogueira Júnior.

Em casos de descumprimento da legislação, os estabelecimentos comerciais estarão sujeitos a punições que podem ir de uma simples advertência a pagamento de multas. Em caso de reincidência o alvará de comercialização do produto pode ser suspenso.

 fonte:  o dia 

Anvisa suspende circulação e uso de medicamentos

Cyntia Veras

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão da importação, distribuição, comércio e uso dos medicamentos Bedforpoly - B (sulfato de polimixina b), Polytek - B (sulfato de polimixina b), Colis - Tek (colistimetato de sódio) e Bedfordalprost (alprostadil), de todos os lotes e apresentações comerciais, com rotulagem indicando fabricação pela empresa Bem Venue Laboratories (BVL) e importados pela empresa Opem Representação Importadora Exportadora e Distribuidora LTDA (Opem Pharmaceuticals).

Na tentativa de evitar o desabastecimento do mercado, a Anvisa está buscando, junto às demais empresas nacionais, a existência de medicamentos similares ou genéricos aos suspensos.

Para os medicamentos Bedforpoly - B (sulfato de polimixina b), Polytek - B (sulfato de polimixina b), a empresa Eurofarma Laboratórios S/A possui registrado o medicamento genérico Sulfato de Polimixina B 500.000 UI. De acordo com a empresa, o medicamento está disponível no mercado e também nas empresas representantes do produto.

“As pessoas que utilizam esses medicamentos, caso não encontrem no mercado, podem entrar em contato com a Vigilância Sanitária do Estado para verificar as distribuidoras disponíveis, segundo informações oriundas da Anvisa, através do número 0800 280 3655”, disse a diretora da Divisa, Tatiana Chaves.

Com relação aos demais medicamentos, a Anvisa continua na busca de alternativas para o para suprimento do mercado.

fonte: ccom

Sobre reportagem do suposto, segundo caso de meningite na localidade Caxingó. Um leitor nos envia essa informação através do facebook.

Sobre reportagem do suposto segundo caso de meningite na localidade Caxingó. Um  leitor nos envia essa informação ATRÁVES DO FACCEBOK.

o site www.correnteenoticia.com.br

 Klauber Massa Macedo Ola,dou aula lá,e a suspeita não procede ainda,o caso la é outra historia diferente da que estão anunciando..Mais vale o alerta pra que a secretaria de saúde possa ir ate a localidade e apurar o caso pra que descubra e possa comunicar com + propriedade e tomar as medidas cabíveis não é mesmo?Abraço....

Suspeita-se de segundo caso de meningite na localidade Caxingó! Em menos de um ano, o sinal de alerta está ligado!

A localidade CAXINGÓ, Registra em menos de um ano, O SEGUNDO caso de suspeita de meningite. Segundo informação divulgada no portal do companheiro Florisvaldo Vieira. A cidade de Corrente tem aparecido com mais freqüência, doenças que já não se registrava aqui na região faz muito tempo. Ainda com base em informações do portalf10. Que esse novo caso de meningite é em uma pessoa DA MESMA FAMÍLIA, do rapaz que teve que amputar alguns membros do corpo para tentar barrar o avanço da doença. Essa situação é muito preocupante, recentemente tivemos em Corrente, ocaso do óbito de uma criancinha de apenas seis meses que veio logo os boatos da suspeita de meningite, esperamos maior esclarecimentos por parte das autoridades de saúde e até o momento nada. Na secretária municipal de saúde nem a secretária nem ninguém da satisfações para a impressa local pelo menos para rádio, é muito difícil obter informações desses órgãos logo uma secretaria que tem muitas atividades ligadas diretamente à população.

 E não pode ser assim, se calar para não se complicar, pois a população de Corrente tem utilizado mais vezes dessa ferramenta, super importante para o andamento da nossa velha e boa democracia, espera-se contar mais vezes com informações oficiais dos órgãos competentes da nossa cidade.  

A VIGILÂNCIA SANITÁRIA do município tem realizado um trabalho importante para a população que é a fiscalização sanitária nos supermercados, açougues e outros setores que demanda o trabalho dos nossos agentes da vigilância sanitária do nosso município. Mais gostaríamos de vê-los mais vezes também empenhadas em outros setores. Como, por exemplo, punir alguns moradores ou até mesmo empresas que não cumprem com seu dever de não jogar a céu aberto o esgoto de suas casas ou respectivas empresas.

Essa reportagem traz apenas um alerta às autoridades e a sociedade em geral para ligarmos o sinal de alerta para evitar uma situação pior.

O SAMU DE CORRENTE VAI FUNCIONAR OU NÃO?

[caption id="attachment_56" align="alignleft" width="150" caption="INSTALAÇÕES DO SAMU EM CORRENTE. "]SAMU-CORRENTE-PI[/caption]

As unidades do SAMU, em todo o Brasil é um mecanismo muito importante para a saúde publica principalmente em locais onde as pessoas estão muito carentes de um bom atendimento de saúde publica. Em Corrente, por exemplo, a prefeitura tem alguns veículos que levam as pessoas de nossa cidade para ser atendida em Barreiras BA. E já chegou até nossa redação inúmeras pessoas que fazem a mesma pergunta. Por que pagar transporte particular  se aqui TEM às ambulâncias do SAMU? que até hoje de quando chegou ainda no inicio do ano em Corrente. Inclusive com uma grande carreata e até hoje nunca transportou um paciente? Calma gente a politica do SAMU,Não funciona bem assim! Não é para levar pacientes até Barreiras BA ou qualquer outra cidade dependendo do caso e da necessidade ou da gravidade! Pois segundo informações. Essas ambulâncias é para transportar os pacientes somente até a base. Dai a importância do centro do SAMU funcionar impecável. Pois será na base que o paciente receberá os primeiros socorros na base e no próprio local  do ocorrido.Pelo menos o que se sabe é assim.

O que o povo espera mesmo é a entrega oficial dessa base do SAMU o mais breve, Esse é o anseio do povo de Corrente e região.

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