No dia 13 de fevereiro a Prefeitura Municipal de Corrente realizará históricas licitações, de importantes obras, que somadas chegam a aproximadamente R$ 3 milhões e 500 mil reais em recursos aplicados, oriundos do próprio município e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF). Às 8h acontecerá o primeiro certame do dia, para execução de serviços de melhoramento da pavimentação primária na Rodovia PI-064, no trecho entre a BR 135, de Corrente até a Serra das Mangabeiras, com 12 Km de extensão. O valor estimado é de R$ 1,4 milhões. Às 9h30, terá inicio a licitação para execução de serviços de pavimentação de vias em paralelepípedos das seguintes ruas: Albert Sabin, Portugal Trecho 02, rua 6 (trecho 01 e 02), rua 07 (trecho 01 e 02), rua 08 (trecho 01 e 02), ruas Projetadas 01 e 02, todas no bairro Aeroporto, além da rua Ipiranga e rua Projetada II e III, no bairro Vila Nova. O valor estimado do certame é de R$ 958 mil reais. A partir das 11h, o certame a ser realizado tem igualmente por objetivo a execução de serviços de pavimentação de vias em paralelepípedos, mas das seguintes ruas: João Pacheco Cavalcante, rua da Liberdade (trechos 01 e 02) e rua Projetada I e II. O valor estimado é de R$ 500 mil reais. Por fim, às 12h30, a licitação a ser realizada tem por objetivo a execução de serviços de reforma da Praça Joaquim Nogueira Paranaguá. O valor estimado é de R$ 495 mil reais. Os interessados em participar dos certames podem solicitar os editais pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou na sala da CLP, que fica localizada no Centro Administrativo Municipal, na Avenida Manoel Lourenço Cavalcanti, nº 600, bairro Nova Corrente. Mais informações pelo Telefone (89) 3573-1285. ASCOM No dia 13 de fevereiro a Prefeitura Municipal de Corrente realizará históricas licitações, de importantes obras, que somadas chegam a aproximadamente R$ 3 milhões e 500 mil reais em recursos aplicados, oriundos do próprio município e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF). Às 8h acontecerá o primeiro certame do dia, para execução de serviços de melhoramento da pavimentação primária na Rodovia PI-064, no trecho entre a BR 135, de Corrente até a Serra das Mangabeiras, com 12 Km de extensão. O valor estimado é de R$ 1,4 milhões. Às 9h30, terá inicio a licitação para execução de serviços de pavimentação de vias em paralelepípedos das seguintes ruas: Albert Sabin, Portugal Trecho 02, rua 6 (trecho 01 e 02), rua 07 (trecho 01 e 02), rua 08 (trecho 01 e 02), ruas Projetadas 01 e 02, todas no bairro Aeroporto, além da rua Ipiranga e rua Projetada II e III, no bairro Vila Nova. O valor estimado do certame é de R$ 958 mil reais. A partir das 11h, o certame a ser realizado tem igualmente por objetivo a execução de serviços de pavimentação de vias em paralelepípedos, mas das seguintes ruas: João Pacheco Cavalcante, rua da Liberdade (trechos 01 e 02) e rua Projetada I e II. O valor estimado é de R$ 500 mil reais. Por fim, às 12h30, a licitação a ser realizada tem por objetivo a execução de serviços de reforma da Praça Joaquim Nogueira Paranaguá. O valor estimado é de R$ 495 mil reais. Os interessados em participar dos certames podem solicitar os editais pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou na sala da CLP, que fica localizada no Centro Administrativo Municipal, na Avenida Manoel Lourenço Cavalcanti, nº 600, bairro Nova Corrente. Mais informações pelo Telefone (89) 3573-1285. ASCOM Prefeitura realizará três licitações históricas para Corrente No dia 13 de fevereiro a Prefeitura Municipal de Corrente realizará históricas licitações, de importantes obras, que somadas chegam a aproximadamente R$ 3 milhões e 500 mil reais em recursos aplicados, oriundos do próprio município e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF). Às 8h acontecerá o primeiro certame do dia, para execução de serviços de melhoramento da pavimentação primária na Rodovia PI-064, no trecho entre a BR 135, de Corrente até a Serra das Mangabeiras, com 12 Km de extensão. O valor estimado é de R$ 1,4 milhões. Às 9h30, terá inicio a licitação para execução de serviços de pavimentação de vias em paralelepípedos das seguintes ruas: Albert Sabin, Portugal Trecho 02, rua 6 (trecho 01 e 02), rua 07 (trecho 01 e 02), rua 08 (trecho 01 e 02), ruas Projetadas 01 e 02, todas no bairro Aeroporto, além da rua Ipiranga e rua Projetada II e III, no bairro Vila Nova. O valor estimado do certame é de R$ 958 mil reais. A partir das 11h, o certame a ser realizado tem igualmente por objetivo a execução de serviços de pavimentação de vias em paralelepípedos, mas das seguintes ruas: João Pacheco Cavalcante, rua da Liberdade (trechos 01 e 02) e rua Projetada I e II. O valor estimado é de R$ 500 mil reais. Por fim, às 12h30, a licitação a ser realizada tem por objetivo a execução de serviços de reforma da Praça Joaquim Nogueira Paranaguá. O valor estimado é de R$ 495 mil reais. Os interessados em participar dos certames podem solicitar os editais pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., ou na sala da CLP, que fica localizada no Centro Administrativo Municipal, na Avenida Manoel Lourenço Cavalcanti, nº 600, bairro Nova Corrente. Mais informações pelo Telefone (89) 3573-1285. ASCOM

O repórter da Rádio Cerrado e do Portal o Dia Alessandro Guerra, protocolou na câmara municipal de Corrente um requerimento no dia 22 de Janeiro requerendo a disponibilização de balancetes para consulta e reprodução e ate agora não teve resposta. Para a imprensa ou qualquer cidadão em Corrente ter acesso a um documento público nesse caso aos balancetes que já são previamente disponibilizados no diário dos municípios tem que protocolar requerimento, ate ai tudo bem o pior é que já se passaram 15 dias e ate agora a câmara municipal não enviou nenhuma resposta ao repórter.

O governo estuda ampliar em um mês o horário de verão, que está em curso desde o dia 19 de outubro com previsão de término em 22 de fevereiro, para economizar energia. Segundo informações do Jornal Nacional, a possibilidade é analisada diante do cenário atual de crise do setor elétrico e com os índices de chuva abaixo do esperado nos últimos meses. O horário de verão está em curso em onze estados das regiões Sul e Sudeste, mais o Distrito Federal. O governo espera reduzir em 4,5% o consumo de energia no horário de pico. "Faremos uma avaliação no dia 12 de fevereiro para que nós possamos ter uma previsibilidade com relação ao ritmo hidrológico do final do mês de fevereiro e do começo do mês de março. E aí sim tomaremos uma decisão com relação ao horário de verão", disse o ministro Minas e Energia, Eduardo Braga. Na entrevista ao Jornal Nacional, Braga também afirmou que, para enfrentar o problema da falta de chuvas, contará também com a energia gerada pela termelétrica de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, que tem potência instalada de 640 megawatts. Em 2013, o governo afirmou que só recorreria à energia de Uruguaiana em caso de extrema necessidade. Para a termelétrica entrar em operação, a Argentina tem que autorizar a utilização de um gasoduto. A empresa responsável por Uruguaina afirmou que espera para este mês o fornecimento de gás para a usina voltar a funcionar. O ministro também confirmou que a partir de primeiro de março, as distribuidoras vão lançar uma campanha de conscientização para economia energia. Economia de água Para especialistas do setor elétrico, a economia de água dos reservatórios das hidrelétricas, apesar de pequena, é importante diante do cenário de crise. “Essa economia [de 0,4%] não é de se jogar fora diante da atual circunstância”, diz Roberto Brandão, pesquisador do Grupo de Estudos. “Os benefícios não são gigantescos, mas ainda são significativos, continua valendo a pena. Qualquer economia de água dos reservatórios é válida”, diz o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), entre 2010 e 2014 o horário de verão resultou em economia de R$ 835 milhões para os consumidores, devido à eletricidade que deixou de ser gerada pelo uso da luz do sol. Para a edição 2014/2015 do horário de verão, a economia estimada inicialmente é de R$ 278 milhões, 31% menos do que na edição passada (R$ 405 milhões). Esses valores, porém, são muito pequenos diante dos gastos do setor elétrico e não chegam ter impacto nas contas de luz. Benefícios O governo alega que o horário de verão evita investimentos de cerca de R$ 4 bilhões ao ano, com mais geração e sistemas de transmissão de eletricidade. Segundo o Ministério de Minas e Energia, ele permite um melhor aproveitamento da luz solar e “maior racionalidade no uso da eletricidade.” Outra vantagem, diz o ministério, é o aumento da segurança do sistema elétrico e maior flexibilidade para a realização de manutenções, além de redução da pressão sobre o meio ambiente e nas tarifas cobradas pelo serviço. O horário de verão foi aplicado no Brasil pela primeira vez no verão de 1931/1932. Consumo na ponta Entretanto outro efeito do horário de verão, que é o de evitar picos de consumo de energia no chamado horário de ponta (entre 18h e 21h), “perdeu um pouco da relevância” nos últimos anos, aponta Roberto Brandão, da UFRJ. Por conta do aumento no uso do ar-condicionado no país, mais recentemente os picos de consumo de eletricidade durante o verão começaram a ser registrados no início ou meio da tarde, entre 14h e 16h. No passado, esse pico era registrado entre 18h e 21h, devido ao aumento do consumo gerado pelo uso de eletrodomésticos quando as pessoas saem do trabalho e voltam para as suas casas, junto com a iluminação pública nas cidades. “Nos últimos anos, o horário de verão perdeu um pouco da sua relevância porque houve mudança no padrão de horário de ponta no Brasil”, diz o pesquisador. Ele aponta, porém, que continua sendo importante equilibrar a demanda por energia no fim do dia. Para o professor de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), Rafael Shayani, o horário de verão continua sendo importante para “evitar a sobrecarga” do sistema elétrico durante o verão e até mesmo apagões. “O horário de verão é necessário na medida em que a demanda por energia no Brasil está crescendo e o setor elétrico não consegue acompanhá-la. Ela visa evitar um apagão”, diz ele.
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